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quarta-feira, 18 de março de 2009

Bento XVI e a alma de Roma


O Papa Bento XVI se dirigiu hoje às autoridades civis da cidade de Roma, e as animou a voltar a "encontrar a alma desta cidade, berço da civilização", de seu passado imperial e cristão, para poder responder aos desafios atuais.

"Na época pós-moderna, Roma deve voltar a apropriar-se de sua alma mais profunda, de suas raízes civis e cristãs, se quiser tornar-se promotora de um novo humanismo que coloque no centro a questão do homem reconhecido em sua realidade plena", afirmou...

"A eliminação de Deus e de sua lei, como condição da realização da felicidade do homem, não alcançou de fato seu objetivo; ao contrário, priva o homem das certezas espirituais e da esperança necessárias para enfrentar as dificuldades e os desafios cotidianos", acrescentou.

Diante do "enfraquecimento preocupante dos ideais humanos e espirituais" que fizeram de Roma o "modelo" de civilização para o mundo inteiro, o Papa propôs a colaboração da Igreja, através das paróquias e instâncias educativas.

"O cristianismo é portador de uma mensagem luminosa sobre a verdade do homem, e a Igreja, que é depositária desta mensagem, é consciente de sua própria responsabilidade para com a cultura contemporânea", afirmou...


NOTA de Sérgio Santelli: De volta ao passado! É isso mesmo que o papa está defendendo em alto e bom som. De volta a Roma imperial e cristã, com tudo que isso significa. Política e religião de mãos dadas. Será que ninguém percebe o absurdo do remédio que o papa pretende receitar para curar a doença do mundo?


Fonte: Minuto Profético

terça-feira, 3 de março de 2009

Você Sabia?


Em janeiro de 2008 nevou em Bagdá e isso não ocorreu em todo o século 20; no mesmo ano e no atual, nevou na Síria, na Turquia, na Grécia e em grande parte da Ásia.

Na Europa e nos EUA o inverno é inclemente e nevou nos desertos de Mojave e de Las Vegas. Nada disso foi previsto pelos xamãs e videntes do IPCC, que, há 20 anos, fazem "projeções climáticas" para 20 ou mais anos depois. Mas o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) previu as enchentes de Santa Catarina com acerto e uma semana de antecedência. A frase é de Mark Twain: "Clima é o que esperamos; tempo, é o que recebemos".

Há hoje apenas uma prova do "aquecimento antropogênico": os computadores do IPCC e adeptos. É certo que a quantidade de CO2 no ar cresce muito tempo depois de a temperatura aumentar. Satélites e sondas meteorológicos também comprovam que, nos últimos 13 anos, a temperatura ficou estável nos dez primeiros e caiu nos três últimos.

O clima na Terra muda há bilhões de anos e a temperatura sobe há uns 20 mil, desde o fim da Era Glacial, quando uma enorme parte do hemisfério Norte esteve sob uma camada de gelo com mais de um quilômetro de espessura e o nível dos oceanos era uns 150 metros inferior ao atual.

Se não existe a teoria do clima, que modelos climáticos os videntes do IPCC processam nos seus supercomputadores? Um estudo de Koutsoyianis e outros autores, de 2008, confirma que "o desempenho dos modelos é fraco; em escala de 30 anos (...) as projeções não são confiáveis e o argumento comum de que o seu desempenho é melhor em larga escala não tem fundamento".

Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".

O que significam então os fatos mencionados no primeiro parágrafo? Só os pobres em espírito sabem. É ainda impossível provar se a Terra aquece ou esfria ou se começou a nova Era Glacial anunciada nos anos 1970 por atuais videntes do IPCC.

O clima depende de fatores físicos, químicos, geológicos, biológicos, oceânicos, glaciais, astronômicos e astrofísicos, mas eles garantem que o CO2 é o responsável e citam sempre dois estudos do século 19, de Fourier e Arrhenius, ambos sem validade científica atual e com muitos erros, mas por eles reverenciados com enternecido fervor religioso.

O artigo de Fourier é uma exposição literária, sem uma só equação e com muitos erros conceituais, apesar de não ter sido assim àquela época. Arrhenius errou ao calcular a temperatura da Terra se não existisse o CO2 no ar e ao atribuir as eras glaciais à diminuição desse gás; prático, disse que a sua teoria só poderia ser contestada se provassem que a retirada do CO2 não esfriaria a Terra e assim deu o mote para o "sumo sacerdote do aquecimento", o norte-americano Al Gore: "A ciência está feita". Quem quiser que prove o contrário.

O IPCC desconhece o que fez o físico meteorologista C.T.R. Wilson, inventor da "cloud chamber" -câmara de nuvens-, com a qual pretendia reproduzi-las em laboratório; ganhou o Nobel de Física de 1927 porque a câmara possibilitou comprovar muitas previsões das teorias da relatividade e quanta. Wilson é o precursor dos importantes estudos sobre o clima no Instituto de Pesquisas Espaciais da Dinamarca e no Cern.

Às mudanças drásticas no clima ocorridas nos últimos 10 mil anos são atribuídos os colapsos das civilizações acadiana (Mesopotâmia, 2200 a.C); maia (Mesoamérica, há 1.200 anos); moche (Peru, há 1.500 anos); e tiwanaku (Bolívia/Peru, há mil anos).

Tudo isso ocorreu sem um grama do CO2 "antropogênico" no ar. Nem a devastação de cerca de 400 mil quilômetros quadrados nas pradarias dos EUA e do Canadá ("dust bowl", 1930 a 1936) é fruto desse gás, pois foi causada pela seca e o mau uso da terra.

Aos cultores dessa ciência climática vudu, sem teoria nem comprovação experimental, restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes no Rio, em Bali e em Poznam para salvarem a Terra. E ungir mais um sumo pontífice, o barão Stern of Brentwood, que, na Oxonia Lectures de 2006, fez a cândida confissão: "Em agosto ou julho do ano passado, eu tinha uma idéia sobre o efeito estufa, mas não estava seguro".

Meses depois, sacramentado como sábio pelo governo inglês para elaborar o relatório Stern, um cartapácio de 700 páginas, quer fortalecer o ecoterrorismo. O barão veio a esta Terra dos papagaios e causou enorme sensação, apesar da sua sabença oca.

José Carlos de Azevedo
Doutor em física pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA),
e foi reitor da UnB (Universidade de Brasília).

Fonte: Folha de São Paulo, 25 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 25 de abril de 2008

A segunda besta formará a imagem da primeira


"Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada... dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu" (Ap 13:12, 14).


Que poder é simbolizado pela primeira besta (Ap 13:1-10)?
Animais na profecia representam reinos (políticos) - Dn 7:17. E "besta", em particular, representa um reino cujo poder é exercido pela política e a religião em conjunto. A primeira besta de Apocalipse 13, portanto, é o poder religioso de Roma que alcançou sua supremacia entre os anos 538 d.C. e 1798 d. C.

"Quando se corrompeu a primitiva igreja, afastando-se da simplicidade do evangelho e aceitando ritos e costumes pagãos, perdeu o Espírito e o poder de Deus; e, para que pudesse governar a consciência do povo, procurou o apoio do poder secular. Disso resultou o papado, uma igreja que dirigia o poder do Estado e o empregava para favorecer aos seus próprios fins, especialmente na punição da 'heresia'... Foi a apostasia que levou a igreja primitiva a procurar o auxílio do governo civil, e isto preparou o caminho para o desenvolvimento do papado - a besta". O Grande Conflito, p. 443.

Como e quando a segunda besta formará uma imagem da primeira besta?
"Assim a apostasia na igreja [protestante] preparará o caminho para a imagem da besta". O Grande Conflito, p. 444.

"A fim de formarem os Estados Unidos uma imagem da besta, o poder religioso deve a tal ponto dirigir o governo civil que a autoridade do Estado também seja empregada pela igreja para realizar os seus próprios fins". Ibidem, p. 443.

"Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apóie as instituições, a América protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a inflição de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável". Ibidem, p. 445.

Fonte: www.minutoprofetico.blogspot.com

Para pede para a igreja Católica dos EUA se purificar


Palavras do Papa: " Eu me uno a vocês em orações para que este seja um momento de purificação para cada comunidade religiosa e para cada Igreja, um tempo para a cura."

NOVA YORK (Reuters) - Ao celebrar o terceiro aniversário de sua eleição, o Papa Bento 16 pediu neste sábado à Igreja Católica dos Estados Unidos que supere suas divisões e busque a "purificação" e a verdade, depois dos escândalos de abusos sexuais.

O papa iniciou o penúltimo dia de sua visita aos EUA com uma missa solene na Catedral de São Patrício, em Nova York, a catedral gótica concluída em 1879 com doações de imigrantes e conhecida como o centro do catolicismo norte-americano.

Com uma capa branca, o papa seguiu em uma limusine preta pela Quinta Avenida, que normalmente é bastante movimentada, mas estava misteriosamente deserta e bloqueada por agentes de segurança de Nova York.

O pontífice foi recebido nas escadas da grande catedral pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, que ao falar um pouco antes dentro da igreja fez piadas com o fato de ser judeu.

"O papa Bento 16 não poderia ter escolhido uma época melhor para vir a Nova York -- um lindo fim de semana de primavera, o 200. Aniversário da Arquidiocese de Nova York e, acima de tudo, a Páscoa", disse Bloomberg, referindo-se ao Pessach, a Páscoa Judaica, iniciada neste sábado.

Pelo quinto dia consecutivo, o papa falou sobre o escândalo dos abusos sexuais que agitaram a Igreja nos EUA e custaram cerca de 2 bilhões de dólares em indenizações pagas às vítimas. Em seu sermão, ele disse estar espiritualmente próximo da Igreja dos EUA em um momento em que lida com as consequências do escândalo, se purifica e renova a si mesmo.

"Eu me uno a vocês em orações para que este seja um momento de purificação para cada comunidade religiosa e para cada Igreja, um tempo para a cura. Também incentivo vocês a cooperarem com bispos que continuam a trabalhar para resolver efetivamente esta questão," disse ele.

SIGAM ADIANTE, BUSQUEM A VERDADE

O papa lamentou a "divisão entre grupos diferentes, gerações diferentes, membros diferentes da mesma família religiosa". Ele pediu a Deus que conceda à Igreja dos EUA "um senso renovado de unidade e propósito" para que possa "seguir adiante com esperança, amor pela verdade e (amor) de uns pelos outros".

Em Washington, primeira etapa de sua visita ao país, Bento 16 se encontrou na quinta-feira com vítimas de abusos sexuais de padres. Quando estava a caminho dos EUA, ele afirmou que "é mais importante ter bons padres do que muitos padres".

Ao receber o papa na Catedral de São Patrício, o arcebispo de Nova York, cardeal Edward Egan, referiu-se à crise do escândalo de abusos sexuais: "Você conhece nossas fraquezas e nossas forças. Você conhece nossas vitórias e derrotas", disse Egan.

Segundo o jornal New York Times, o cardeal William Levada, sucessor de Bento 16 como chefe da doutrina oficial do Vaticano, indicou que a Igreja poderia alterar as normas sobre casos de abusos para permitir que se saiba mais sobre o assunto.

Fonte: www.globo.com